quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Lifebook
Já não preciso dizer mais nada não é? Depois dessa imagem é só para reflectir e tomar a decisão certa.
Não me pergunte qual é a decisão certa. No fundo você já sabe a resposta.
Que Deus abençoe a todos abundantemente!
Marcadores:
Lifebook,
Livro da Vida,
Reino dos Céus,
salvação,
você
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Quem Vence?
Sendo uma quarta-feira, fui a Igreja em uma das maravilhosas reuniões dos filhos de Deus. Designada como a mini-vigília do fogo, saímos de lá com nossas chamas mais acesas que nunca, e veja só o que o Espírito Santo falou atraves do pastor que ministrava a reunião:
Havia um homem que criava alguns cães, e estes cães eram usados para brigas de rua, aonde as pessoas apostavam tentando acertar que cão ganharia a luta, e aquele que acertesse ganhava a aposta. O engraçado, é que o dono dos cachorros sempre vencia. Toda vez que os cães fossem brigar, ele apostava naquele que iria vencer e este mesmo vencia. Acontecendo isso frequentemente, achegou-se a ele um amigo que o perguntou: Como você faz isso? Como é que todas as vezes que você aposta em um dos cães, vence aquele que você escolheu, e você sempre vence a aposta?
E o homem respondeu: eu sempre venço a aposta porque eu crio os cães. Quando eu quero que um deles vença eu o alimento muito bem e ao outro, eu deixo dias sem comer. No dia da luta entre eles eu já sei quem vai ganhar, porque aquele que eu não alimentei estará fraco e o que eu alimentei estará forte e por isso, vence a luta.
Há uma luta dentro de nós, entre o espírito e a carne. Quem vai vencer? Aquele a quem você mais alimentar!
Agora veja, talvez você até quer ser uma pessoa espiritual, ser um(a) filho(a) de Deus, mas tem sempre alimentado os desejos da carne. A pessoa vive com os praseres da carne, se deleita nos seus próprios praseres, e quer ser de Deus. ufffffaa.
Quem está vivo dentro de você? Você pode verificar se é ou não uma pessoa espiritual, observando a quem você tem alimentado e deixado de alimentar.
A quem você tem alimentado?
Não somos classificados diante de Deus pelo que falamos, mas somos classificados pelo que realmente somos e fizemos. E nós somos de verdade o que nós somos, quando não estamos a ser observados por ninguém (homem). Quando você está sozinho (a), aí é que é realmente você!" Pois os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito." Romanos 8.5
Marcadores:
alimentar.,
carne,
espírito,
Espiritual,
filhos de Deus,
fogo,
Quem você é,
Qurata-feira,
Romanos,
você
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O caçador e o cozinheiro
Era uma vez um caçador e um cozinheiro. Apesar de gêmeos, não havia nada em comum entre eles. Nem na aparência, nem na estrutura física, contrariando o que normalmente acontece.
O caçador reunia estrutura própria de valente conquistador. Suas características físicas o assemelhavam a um urso, pronto para devorar sua presa. Seus dotes físicos, somados à perícia na caça, o moviam para os campos e florestas. A saborosa carne de suas caças, seu jeito viril e - sobretudo - o fato de ser primogênito, elevavam ainda mais seu conceito diante de seu pai.
Sempre que voltava dos campos, trazia como troféus caças extraordinárias. Isso o fazia cada vez mais admirado por todos. "Um líder nato" - pensava seu pai, orgulhoso.
Mas a cada louvor recebido, o caçador aumentava seu orgulho e vaidade. Enquanto sua autoestima estava nas alturas, a de seu irmão franzino, pacato, caseiro e cozinheiro, diminuía.
Ao contrário do caçador, o cozinheiro pouco era notado. Salvo quando pelas suas mãos habilidosas saía algum prato saboroso.
Entretanto, sua vidinha pacata e caseira não o impediam sua astúcia. Sabia que, de alguma forma, num belo dia, seu talento de cozinheiro iria mudar o rumo de sua história.
Ainda muito jovem, talvez por conta de sua estrutura franzina, contrastando com a de seu irmão, envolveu-se no aprendizado da culinária. Afinal de contas, pensava ele, todos precisam se alimentar e dependem de uma panela. O apoio de sua mãe foi fundamental no seu aprendizado. Isso a cativou ao ponto de tornar-se sua fiel aliada na conquista do futuro.
Por conta de uma riqueza imensurável, o caçador gabava-se de, cedo ou tarde, liderar seu poderoso clã quando na falta do pai. Esse fato já estava determinado. O segundo nasceu para servir o primeiro. Os entes queridos, parentes e amigos contavam com isso.
Apenas duas pessoas criam no impossível, isto é, na inversão disso. Criam na Palavra de Deus: o cozinheiro e sua mãe.
E, sem disputa familiar ou "judiciária", o que nasceu servo virou senhor daquele que nascera senhor. O forte, imbatível, valente, exímio caçador, líder e etcetera e tal acabou rendendo-se por um pedaço de pão e um prato de lentilhas feitos pelo cozinheiro.
A história de Esaú e Jacó tem se repetido ao longo dos milênios porque Deus exalta os humilhados e humilha os exaltados.
Pois como está escrito: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são...” I Coríntios 1.27,28
O caçador reunia estrutura própria de valente conquistador. Suas características físicas o assemelhavam a um urso, pronto para devorar sua presa. Seus dotes físicos, somados à perícia na caça, o moviam para os campos e florestas. A saborosa carne de suas caças, seu jeito viril e - sobretudo - o fato de ser primogênito, elevavam ainda mais seu conceito diante de seu pai.
Sempre que voltava dos campos, trazia como troféus caças extraordinárias. Isso o fazia cada vez mais admirado por todos. "Um líder nato" - pensava seu pai, orgulhoso.
Mas a cada louvor recebido, o caçador aumentava seu orgulho e vaidade. Enquanto sua autoestima estava nas alturas, a de seu irmão franzino, pacato, caseiro e cozinheiro, diminuía.
Ao contrário do caçador, o cozinheiro pouco era notado. Salvo quando pelas suas mãos habilidosas saía algum prato saboroso.
Entretanto, sua vidinha pacata e caseira não o impediam sua astúcia. Sabia que, de alguma forma, num belo dia, seu talento de cozinheiro iria mudar o rumo de sua história.
Ainda muito jovem, talvez por conta de sua estrutura franzina, contrastando com a de seu irmão, envolveu-se no aprendizado da culinária. Afinal de contas, pensava ele, todos precisam se alimentar e dependem de uma panela. O apoio de sua mãe foi fundamental no seu aprendizado. Isso a cativou ao ponto de tornar-se sua fiel aliada na conquista do futuro.
Por conta de uma riqueza imensurável, o caçador gabava-se de, cedo ou tarde, liderar seu poderoso clã quando na falta do pai. Esse fato já estava determinado. O segundo nasceu para servir o primeiro. Os entes queridos, parentes e amigos contavam com isso.
Apenas duas pessoas criam no impossível, isto é, na inversão disso. Criam na Palavra de Deus: o cozinheiro e sua mãe.
E, sem disputa familiar ou "judiciária", o que nasceu servo virou senhor daquele que nascera senhor. O forte, imbatível, valente, exímio caçador, líder e etcetera e tal acabou rendendo-se por um pedaço de pão e um prato de lentilhas feitos pelo cozinheiro.
A história de Esaú e Jacó tem se repetido ao longo dos milênios porque Deus exalta os humilhados e humilha os exaltados.
Pois como está escrito: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são...” I Coríntios 1.27,28
Marcadores:
Caçador,
Cozinheiro,
Esaú,
família,
Humilhação,
Jacó
Assinar:
Comentários (Atom)

.jpg)

