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| Mulheres de Força |
Para ser esposa virtuosa, é preciso, em primeiro lugar, ordenar as prioridades certas-nutrir um relacionamento pessoal com Deus (Mt 6.33), ministrar ao marido (Pv 18.22; 19.14), cuidar dos filhos (2Tm 1.5), cuidar da casa (1T 2.5) e, depois, acrescentar outras actividades que o tempo e a energia permitirem (Pv 31.10-31),
Essa passagem louva a “mulher virtuosa” (lit. “Mulher de força”) na formade um acróstico, em que cada versículo começa com uma das 22 letras do alfabeto hebraico. Esse retratodivinamente inspirado da esposa ideal abrange: aparência agradável (v. 22, que traz orgulho ao marido), carácter piedoso (vs. 10-12,17,25,30-31, sem uma actitude materialista), eficiência na administração do lar ( vs. 13.15,21,27, valorizando as tarefas domésticas), assistência ao marido (vs. 11,23,28, principalmente quando ele está emocionalmente e espiritualmente exausto), atenção para os filhos (v. 2, entendendo a tarefa graciosa de preparar a geração seguinte), interesse pela comunicação (vs.20,26), disposiçãopara ser digna de honra e elogios (vs.28-31).
Essas qualidades, bastante positivas, marcam um contraste com a esposa “rixosa” (Pv 19.13;21.9,19) e “imoral” (em algumas traduções, “estranhas”)e outras mulheres (Pv 5.3-14,20;6.24-32;7.6-27).
A esposa também tem necessidades particulares, que devem ser atendidas pelo próprio marido:
- Liderança espiritual, inclusive de um culto familiar com oração e estudo bíblico (1Pe 3.7);
- Afirmação pessoal (Ef 5.25);
- Cuidado amoroso e terno, abrangendo toques, gentilezas e palavres de amor (Pv 5.19);
- Comunicação Íntima, sensível e compreensiva (Ct 2.16);
- Integridade digna de respeito e transparência para que nada seja ocultado (Gn 2.25);
- Provisão e sustento e, também, proteção (Gn2.15);
- Compromisso de leal devoção (Ec 9.9).
A bíblia descreve a criação da mulher com a palavra “fez” (heb. Banah, lit. “construir”). Deus planejou e supervisionou essa “construção” da mulher com a intenção de que ela fosse uma “auxiliadora comparável ao homem” (heb. `ezer kenegdo). Ao contrário dos animais, a mulher era da mesma natureza do homem (Gn 2.23). a palavra “auxiliadora” também é usada para descrever Deus (Sl 33.20). É um termo que descreve uma função, não um juízo de valor. A mulher não perde seu valor como pessoa ao assumir com humildade o papel de ajudadora.
A quietude é um dom abençoado. Devemos apreciar cada momento de quietude e buscá-la sempre que houver oportunidade.
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A mulher, pois, tem a tarefa de ser a ajudadora do marido: (1) como parceira espiritual, ajudando-o a obedecer à Palavra de Deus e a realizar os ministérios espirituais; (2) como congênere de mãos dadas com o Criador para dar contiuidade às geraçãoes ; (3) como confidente para oferecer consolo e amizade (Gn 2.23-24); e (4) como companheira para proporcionar incentivo e inspiração.